Andressa Zumpano, Ingrid Barros e Ana Mendes

Fotógrafes

Andressa Zumpano

Fotojornalista, Documentarista e comunicadora popular, Maranhense baseada em Brasília,DF. Atua no setor audiovisual de comunicação da Comissão Pastoral da Terra e Pastorais do Campo, acompanhando o contexto de povos e comunidades tradicionais em situação de conflito agrário no Brasil.  Documenta os modos de vida dos povos e comunidades tradicionais, destacando os processos de resistência e bem viver. Já colaborou como repórter freelancer em agências de notícia como:  El País  Brasil, Agência Pública, Revista Claúdia, Brasil de Fato, Fundo Brasil e Direitos Humanos e National Geographic.

 

Ingrid Barros é maranhense, fotógrafa e documentarista voltada pro jornalismo e audiovisual independente. Trabalha em defesa de povos e comunidades tradicionais e outras questões de direitos humanos, bem como cultura popular. Já colaborou com veículos de notícias independentes como Brasil de Fato, El País, Vice Brasil, Dialogo Chino e The Intercept Brasil. Foi voluntária de comunicação da Comissão Pastoral da Terra em 2018/2019 e atualmente é assessora de comunicação do Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (Movimento Interestadual das Mulheres Quebradeiras de Coco Babaçu). Também colabora com o coletivo de comunicação na articulação da Teia dos Povos e Comunidades Tradicionais do Maranhão. Em 2019, fez parte do Projeto “Maranhão à Venda” para o Pulitzer Center.

 

Ana Mendes tem 35 anos, é documentarista. Atua como fotojornalista multimídia para os principais veículos da mídia independente brasileira, tais como Repórter

Brasil, Amazônia Real, Agência Pública e The Intercept Brasil.

Nas suas documentações, utiliza a metodologia da fotografia

compartilhada e do ‘bem querer’ elaborada pelo fotógrafo

J.R Ripper, com quem trabalha há muitos anos. Essa metodologia

consiste em compartilhar o material bruto (fotos e vídeos) com

as comunidades e povos fotografados na expectativa de selecionar

um material condizente com a autoimagem daquela coletividade.

 

Em 2019, o ensaio Pseudo Indígenas, no qual Ana faz

intervenções em tinta, nanquim e carvão em imagens dos

povos Guarani-Kaiowá e Akroá-Gamella foi vencedor de um

dos mais importantes prêmios nacionais de fotografia,

o Prêmio Nacional de Fotografia Pierre Verger.

Ana faz parte do IMAGENS HUMANAS, um projeto

de J.R Ripper. Para conhecer mais o trabalho dela, acesse:

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