OFICINAS

Participe das nossas oficinas!

MARCOS ISSA
A ORGANIZAÇÃO DAS FOTOS DIGITAIS
MAMANA COLETIVA
CONSTRUINDO PROCESSOS COLETIVOS ENTRE FOTÓGRAFOS
JOÃO ROBERTO RIPPER
FOTOGRAFIA COMO BEM QUERER
CHRIS MAZZOTTA
DECOLONIZAÇÃO DO OLHAR
MICHELLE BASTOS
FOTOLIVRO: DA IDEIA A PUBLICAÇÃO
EDGAR KANAYKÕ
ÉTICA PARA FOTOGRAFAR POVOS INDÍGENAS
Show More
  • MARCOS ISSA

    A ORGANIZAÇÃO DAS FOTOS DIGITAIS

    06/03, às 11h   |   23/04, às 18h

     

    Duração: 1h30

    Valor: gratuita

    Local: plataforma Zoom

    Inscrições: pelo formulário https://forms.gle/1mUzCqsvnjm6RyUA6

    Vagas limitadas

    Fotógrafo, graduado em Biblioteconomia e Ciências da Informação (FESPSP, 2016). Trabalhou no Jornal O Dia e O Globo entre 1988 e 1995, quando fundou a Argosfoto. Marcos Issa é professor de fotografia digital, especializado no fluxo de trabalho digital, e consultor na organização de bancos de imagens e em processos de digitalização de imagens. Participou de trabalhos para Museu Paulista, Biblioteca da ECA-USP, Natura, Avon, além de acervos de diversos fotógrafos. Atualmente é editor do Banco de Imagens da Argosfoto e ministra cursos na área digital.

     

    Nessa oficina, Marcos Issa da Argosfoto irá demonstrar os princípios básicos para organização de um acervo de fotos digitais, com a utilização de metadados embutidos nas imagens.

     

    Produzimos milhares de fotos, precisamos saber encontrá-las!

  • MAMANA COLETIVA

    CONSTRUINDO PROCESSOS COLETIVOS ENTRE FOTÓGRAFOS

    29/03, às 18h

     

    Duração: 2h

    Valor: gratuita

    Local: plataforma Zoom

    Inscrições: ESGOTADO

    Vagas limitadas

    Durante esses encontros a Mamana Coletiva vai compartilhar experiências sobre a construção de uma rede de fotógrafas que se apoia para alcançar espaços da fotografia historicamente ocupados por homens; apresentar referências femininas da fotografia documental, de rua e do fotojornalismo; realizar exercício de construção de um ensaio fotográfico coletivo a partir dos grupos formados, além de troca de experiências sobre este processo.

     

    Mamana é um coletiva fotográfica brasileira que nasceu em 2016, voltada para as áreas da fotografia de rua, fotojornalismo e documental, é composta apenas por fotógrafas. Tem como propósito ajudar a construir e sustentar territórios que considerem questões de gênero na profissão, fortalecer a rede de fotógrafas, divulgar trabalho de mulheres e incentivá-las, para que estejam, com maior frequência e quantidade, nas ruas fotografando. As atividades do coletivo envolvem a criação de ensaios documentais e fotojornalísticos, exposições coletivas, oficinas de fotografia exclusivas para mulheres, lives com fotógrafas brasileiras, divulgação de trabalhos fotográficos e participação em rodas de conversa.

  • JOÃO ROBERTO RIPPER

    FOTOGRAFIA COMO BEM QUERER

    31/03, às 18h

     

    Duração: 1h30

    Valor: gratuita

    Local: plataforma Zoom

    Inscrições: ESGOTADO

    Vagas limitadas

    Durante a atividade, João Roberto Ripper conduzirá uma reflexão sobre a fotografia documental humanista, discutirá a relação entre Comunicação e Direitos Humanos, e apresentará a sua experiência desenvolvida ao longo dos 12 últimos anos na formação de fotógrafos populares e no exercício da fotografia compartilhada.

     

    O fotógrafo João Roberto Ripper tem seu trabalho focado em fotografia documental. Jornalista formado pela Faculdade de Comunicação Hélio Alonso, trabalhou nos jornais: O Globo, Última Hora, Luta Democrática e Diário de Notícias. Participou da F4, uma das primeiras agências de fotografia independente do Brasil. Criou a ONG Imagens da Terra, que teve como proposta colocar a fotografia a serviço dos direitos humanos. Idealizador do Projeto Imagens do Povo, uma Agência-Escola de Fotógrafos Populares do Observatório de Favelas, localizada no complexo de favelas da Maré. Desde 2011, desenvolve a oficina “Bem Querer'' na qual analisa o trabalho de fotógrafos humanistas e sua importância na quebra de estereótipos e no uso da fotografia como ferramenta de transformação social.

  • CHRIS MAZZOTTA

    DECOLONIZAÇÃO DO OLHAR

    05/04, às 18h

     

    Duração: 2h

    Valor: gratuita

    Local: plataforma Zoom

    Inscrições: ESGOTADO

    Vagas limitadas

    Nessa oficina, Chris Mazzotta nos convida a vermos como a fotomontagem pode servir de recurso para a desconstrução dos estereótipos e dos automatismos aos quais somos submetidos no mundo imagético.

    Chris Mazzotta é Artista Visual (designer, ilustradora, escultura e mentora), Mestranda em Comunicação pela USP. Pós graduada em Design Editorial pelo Istituto Europeo di Design de SP. Formada em Desenho Industrial pela Universidade Mackenzie. Na Itália, trabalhou como designer e gerente de produção para a H.Stern, como designer e escultora para a Kinder Ferrero ambas em Milão e como coordenadora do Istituto Europeo di Design, em Roma. Desde 2004 dedica-se à pesquisa de processos criativos em artes visuais, tendo frequentado por 5 anos as residências artísticas na Escola de Ilustração Stepan Zavrel. Presta mentoria para artistas com foco no processo criativo individual. Ministra palestras e workshops no Brasil e na Itália.

  • MICHELLE BASTOS

    FOTOLIVRO: DA IDEIA A PUBLICAÇÃO

    07/04, às 18h

     

    Duração: 2h

    Valor: gratuita

    Local: plataforma Zoom

    Inscrições: pelo formulário https://forms.gle/fasktM3of42ZU9G49

    Vagas limitadas

    Nesta oficina, Michelle Bastos irá compartilhar suas experiências na produção de fotolivros pela primeira editora do país focada em publicar obras de mulheres.

    Michelle tem especialização em Retrato e Identidade Visual pela Escola de Fotografia de Paris Speos e mestrado em Fotografia Contemporânea pelo Instituto Europeu de Design de Madri. Bacharel em Artes, Antropóloga e Cientista Política, possui seu trabalho exposto em coleções no Brasil (MAM do RJ, Museu Nacional de Brasília e Coleção Joaquim Paiva) e Portugal (Arquivo Fotográfico Municipal de Lisboa e Arquivo Fotográfico PHE). Também realizou exposições coletivas e individuais em Brasília/DF, Madri, Granada, La Palma de Gran Canária, Alicante/Espanha, Lisboa/Portugal, Goiânia/GO e Tiradentes/MG. Seu trabalho autoral toca questões sociais e de gênero e maneiras de ser, a interação corpo-espaço e corpo-identidade social. Dedicou-se à biografia de Dulcina de Moraes (Dulcina de Moraes - Memórias de um Teatro Brasileiro), pela LGE Editora, publicado em 2007. Em 2017 foi premiada na Mostra Aberta de Portfólios do Festival de Fotografia de Tiradentes/MG, no ciclo de leitura de portfólio FotoCapital/DF e no Prêmio Nacional de Fotografia Goyazes/GO. É idealizadora e coordenadora da Editora Estrondo, a primeira Editora Brasileira de Fotolivros dedicada a publicar mulheres.

  • EDGAR KANAYKÕ XAKRIABÁ

    ÉTICA PARA FOTOGRAFAR

    POVOS INDÍGENAS

    13/04, às 18h

     

    Duração: 2h

    Valor: gratuita

    Local: plataforma Zoom

    Inscrições: pelo formulário https://forms.gle/RfTfVQr6A8Q5uhSs5

    Vagas limitadas

    Nessa oficina, Edgar Kanaykõ Xakriabá irá compartilhar experiências e propor uma reflexão sobre o respeito às diferenças culturais, a importância de conhecer antes de fotografar e muitas outras questões éticas necessárias para a realização de registros fotográficos de povos indígenas.


    Edgar pertence ao povo indígena Xakriabá do Estado de Minas Gerais. É mestre em Antropologia e possui graduação em Formação Intercultural para Educadores Indígenas pela UFMG. Tem atuação livre na área de Etnofotografia: “um meio de registrar aspectos da cultura — a vida de um povo”. Nas lentes dele, a fotografia torna- se uma nova “ferramenta” de luta, possibilitando ao “outro” ver com outro olhar aquilo que um povo indígena é.