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DEBATES

O Festival de Fotografia de Paranapiacaba traz convidados muito especiais para debater sobre Fotografia, Educação, Direitos Humanos e Meio Ambiente. 

As conversas serão realizadas nos dias 13 e 14 de setembro, no Cine Lyra.

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DANIEL CAMARGO KFOURI

PROJETO "TOMARA QUE AMANHEÇA"

FOTOGRAFIAS DE PESSOAS EM SITUAÇÃO DE RUA, COM TEXTOS DO PADRE JULIO LANCELLOTI

13/09, sábado, às 14h

Daniel Camargo  Kfouri, nascido em 12 de fevereiro de 1975 em São Paulo. Trabalhou 5 anos como Designer Gráfico antes de descobrir a fotografia.

Como Fotógrafo-Freelancer, trabalhou 20 anos com jornais e revistas nacionais e internacionais. Passou por Editora Abril, Folha de S.Paulo, France Presse, The New York Times e Nike (por 10 anos cobriu a Seleção Brasileira e o Corinthians para a Nike), entre outros.

Foi premiado em 2010 no World Press Photo, com a terceira colocação na categoria Esportes.

Em 2011, foi o segundo colocado no Picture of the Year Latin America, na categoria Esportes.

Em 2016, foi o vencedor do Prêmio Francês de Fotografia Lauréat Prix Canon de Saint-Tropez.

Em 2017, lançou o seu primeiro livro de fotografia, HI-FI, resultado do concurso Foto em Pauta, na qual foi vencedor. HI-FI foi o resultado de duas viagens a Cuba, uma em 2006 quando Fidel Castro estava muito doente e a outra em 2016 quando o líder cubano faleceu.

Em 2017 começa a fazer pequenos filmes autorais sempre assinando a edição/montagem dos seus trabalhos.

Teve o seu primeiro curta-metragem premiado em 2019 no 14 Fest Aruanda do Audio Visual Brasileiro.

Em 2021 venceu Prêmio VOL, reconhecimento de melhor reportagem sobre voluntariado em rádio, TV e mídia online impressa com o trabalho fotográfico que desenvolve junto ao Padre Júlio Lancellotti.

Em 2022, fez a direção dos filmes expostos na exposição que correu o mundo “Amazônia – Sebastião Salgado”.

Em 2022 venceu o Prêmio Militão Augusto de Azevedo organizado pelo Museu da Cidade de São Paulo na categoria “Moradores de Rua”.

Em 2023 foi premiado no Concurso de Fotografia “Olhares da Filantropia” na categoria “Assistência Social”.

Em 2025 criou o seu próprio canal no You Tube e redes sociais, o Canal 12. Daniel voltou a fotografar o Corinthians e o canal mostra as fotografias animadas em vídeos editados pelo próprio autor além de entrevistas exclusivas com a fiel torcida corinthiana.

DANIEL
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SITAH

AMAZÔNIA. AS FORÇAS FEMININAS DA FLORESTA

13/09, sábado, às 14h45

A artista visual e fotógrafa paulistana SITAH se dedica ao estudo das imagens e seus símbolos desde 2001. Formada em Jornalismo com especialização em Antropologia Visual pela Universidade de Barcelona, Sitah utiliza a fotografia como ponto de partida para amplificar a voz dos rios, das montanhas, da floresta e dos povos originários, com o propósito de sensibilizar para um urgente resgate de reconexão com a natureza. Suas imagens são um convite para nos conectarmos com nossos próprios sentidos e ampliarmos a nossa percepção da natureza, permitindo transpor as barreiras das superfícies. Um mergulho nas profundezas da Terra e na busca dos segredos da natureza e de seus povos. A artista tem a Amazônia como foco de pesquisa há mais de 15 anos, e se dedica a estudar o universo feminino dos povos originários da floresta. Rituais ancestrais, sabedorias milenares, e a maneira de viver das mulheres indígenas e ribeirinhas têm sido sua principal fonte de estudos. Desde 2018, Sitah integra o movimento de mulheres indígenas do Xingu e acompanha de perto as iniciativas e articulações políticas movidas por essas mulheres dentro e fora de suas aldeias.

 

Realizou exposições individuais em importantes instituições, como Sesc (2016), Casa Firjan - RJ (2019), Unibes Cultural (2019), Centro Cultural SP (2021), SP Arte (2023), entre outros espaços e galerias. A artista explora outras plataformas para além da fotografia, como os projetos que desenvolveu de intervenção urbana em algumas edições da Virada Sustentável (2019, 2020, 2021 e 2022). Participou de diversas exposições coletivas, incluindo Xingu Contatos, no Instituto Moreira Salles - SP (2023), com o ensaio Mulheres do Xingu, em que a artista fotografou e publicou pela primeira vez as mulheres em posição de liderança. Esse ensaio é considerado um marco para as mulheres indígenas do Xingu, pois colabora para mudar a maneira como o mundo se relaciona com a imagem da mulher indígena.

 

Em 2024 lançou seu primeiro livro “Ywãxtãn  - A Grande Mãe Terra Sagrada” com a exposição  “Floresta Adentro” no Museu da Imagem e do Som em São Paulo e no Espaço Ivandro Cunha no Senado Federal em Brasília.

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ISIS MEDEIROS

10 ANOS DEPOIS: DE MARIANA AO MAR

13/09, sábado, às 15h30

A palestra-exposição convida o público a revisitar os 10 anos da tragédia de Mariana como uma viagem no tempo e no território: da explosão de dor às vozes que se levantaram, da violência do esquecimento à potência da memória coletiva. Das montanhas ao mar, da terra ao mar, a travessia conduzida pela fotógrafa Isis Medeiros mistura imagens, testemunhos e silêncios para lembrar que a lama não parou em 2015: ela segue viva, espalhada em corpos, rios, mares e territórios. Dez anos depois, a memória não é apenas lembrança registrada na fotografia — é denúncia, é travessia, segue viva, e em movimento.

Isis Medeiros é fotógrafa documental, fotojornalista e realizadora audiovisual brasileira. Sua produção investiga violações de direitos humanos, crimes ambientais e os impactos dos grandes empreendimentos sobre comunidades tradicionais e populações marginalizadas. Com uma trajetória profundamente ligada aos movimentos sociais populares, sua prática entrelaça arte, política e memória coletiva, resultando em narrativas visuais de forte impacto social.

Há mais de uma década, colabora com organizações políticas e sociais em todo o Brasil, acompanhando de perto processos de resistência e transformação. É autora do fotolivro 15:30 (2020), uma leitura visual do desastre-crime provocado pelo rompimento da barragem da Samarco/Vale-BHP em Mariana (MG), em 2015, e seus desdobramentos ao longo da Bacia do Rio Doce. Esse trabalho integra importantes acervos, como o do Museu de Arte de São Paulo (MASP), da Biblioteca Nacional da França (BnF), e do projeto Testemunha Ocular, do Instituto Moreira Salles (IMS), que reúne os mais relevantes fotojornalistas contemporâneos do Brasil.

Isis também é idealizadora da premiada série Mulheres Cabulosas da História, que resgata a trajetória de mulheres revolucionárias e lhe rendeu a Medalha Clara Zetkin, concedida a iniciativas femininas de caráter transformador.

Seus trabalhos já foram publicados por veículos como National Geographic, BBC News, El País, Folha de S. Paulo, The Intercept, Mongabay, HuffPost, Greenpeace e Revista Claudia. Suas imagens circularam em exposições no Brasil e em diversos países, incluindo Estados Unidos, Canadá, França, Noruega, Portugal e Espanha.

Atualmente, por meio do Prêmio Marc Ferrez de Fotografia, desenvolve um projeto de longa duração sobre a corrida do lítio no Vale do Jequitinhonha, onde documenta os impactos socioambientais da mineração e as estratégias de resistência e resiliência cultural das comunidades locais.

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LÁZARO ROBERTO

ZUMVI - ARQUIVO AFRO FOTOGRÁFICO

14/09, domingo, às 14h

Fotógrafo e arte-educador, conhecido como “LENTE NEGRA”, teve sua inserção no universo da fotografia em meados dos anos 1970. Em 1990 foi co-fundador  o Zumvi Arquivo Fotográfico, uma associação de fotógrafos negros, ainda em atividade. Em 1992 produziu a exposição O negro e o seu trabalho na Feira de Água de Meninos a São Joaquim, onde, no ano de 1995 circulou em Recife-PE. Em 2018 produziu a Exposição Memórias de Resistências Negras, Mafro-BA. Vem fotografando marchas e caminhadas contra a intolerância religiosa na cidade de salvador. Também participou dos festivais: Internacional da imagem do Valongo, São Paulo, 2018. Festival Internacional de Fotografia de Porto Alegre, 2019. Festival Transatlântico de fotografia. Instituto Mario Cravo Neto, Salvador, 2019. Em 2021, além de revisitar, na versão digital, a Exposição Memórias de Resistências Negras, também publicou catálogo comemorativo aos 30 anos do Zumví e realizou vídeo mapping com fotografias da visita de Nelson Mandela à Salvador. Frestas – Trienal de Artes. SESC Sorocaba, 2020/21. Exposições: Carolina Maria de Jesus, um Brasil para os brasileiros, Instituto Moreira Salles, 2021, Um Defeito de Cor, Museu de Arte do Rio, 2022; Dos Brasis, Sesc Belenzinho, 2023; Artista selecionado com o Zumví Arquivo Fotográfico para a 35° Bienal de Arte de São Paulo. O reconhecimento de sua obra vai muito além do território nacional. Suas fotografias fazem parte de importantes coleções, como as do The Institute of Chicago e a University of Texas at Austin. 

LÁZARO
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GULNARA LYABIB SAMOILOVA

PROJETO WOMEN STREET PHOTOGRAPHERS (WSP)

14/09, domingo, às 15h

Gulnara Lyabib Samoilova é uma fotógrafa americana com mais de 45 anos de experiência em fotografia documental, de rua e de belas artes. Formada pelo International Center of Photography (1994), trabalhou como editora de fotografia e fotojornalista na Associated Press, onde conquistou diversos prêmios, incluindo o primeiro lugar da World Press Photo. Seu trabalho está incluído em importantes coleções, como a do Museu da Cidade de Nova York, o Museu de Belas Artes e a Sociedade Histórica de Nova York.

Ela é a fundadora da Women Street Photographers, uma comunidade global online e presencial que também apoia uma residência artística totalmente financiada na cidade de Nova York. Gulnara é autora do livro best-seller Women Street Photographers (Prestel, 2021) e de uma monografia de portfólio (Peanut Press, 2023). Ela foi curadora e organizou mais de 30 exposições em quatro continentes, incluindo três edições do Festival Women Street Photographers na cidade de Nova York. Este evento de três dias conta com exposições coletivas e individuais, palestras com artistas, sessões de autógrafos, bolsas, painéis de discussão e caminhadas fotográficas.

Além de seu trabalho curatorial, Gulnara é palestrante inspiradora, jurada convidada (LensCulture, Head On, Prêmio Lucie Photo Book, UNESCO) e revisora de portfólios (Les Rencontres d’Arles, PhotoNOLA).

GULNARA
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Tel.: +55 11  98837 - 3888

ffparanapiacaba@gmail.com

Este projeto contribui para a Agenda 2030 de Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS)

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